quinta-feira, 19 de abril de 2018

FRASES- VIDA




“Eu tinha a mania de desabafar 
Com algumas pessoas 
Mas hoje prefiro 
Ligar a música bem alto 
Deixo que seja ela a escutar-me.” 

― Mia Rimofo










“Deixe de lado as pessoas
Que lhe fazem mal
Sem ofendê-las, ignore-as
E siga em frente.”

― Mia Rimofo








 “Não sei
Quantas vezes vou cair
E me partir em mil pedaços
Sei que com esperança
Vou me levantar e recomeçar”

― Mia Rimofo


segunda-feira, 16 de abril de 2018

¸.•* (¸.OBSERVO

 



?*´¨)*
¸.•*
(¸.OBSERVO

Observo a chuva miudinha
Que escorre, cai dos meus olhos
Lágrimas de dor, de alegria, de amor
As gotas tecem as palavras
Que a minha alma sente
Tecem e sente espontaneamente
Embalo as letras, embalo as palavras
Embalo a minha dor
Tentando compor versos ou talvez poemas
Poemas tantas vezes ausentes de mim
Ausentes do meu corpo
Palavras onde resmungam na minha boca
Há dias que as palavras escorrem
Escorrem para o papel
Escritas num telhado de telhas de barro
Escrita de sonhos em forma de rimas
Tantas vezes a inspiração adormece
Adormecemos num sono leve
E as letras descansam no papel
Talvez queiram ser apenas observadas
Ou apreciadas no pensamento
Do nosso silêncio.


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Derramei as lágrimas
Do meu coração e chorei
Num dia de chuva
Para não ver as lágrimas cair

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Onde
A minha alma
Secou-as simplesmente
Para que os meus olhos vedados
Sintam a chuva a cair
Cheios de amor ou não

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Amo tudo que é teu
Porque tudo de mim
Amara sempre tudo em ti
Nas tuas imperfeições
Já talvez tão perfeitas.

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(¸.•´*(¸.•´*(.¸. •* ?

Isabel Morais Ribeiro Fonseca.


sexta-feira, 13 de abril de 2018

ESCREVO 🐺



ESCREVO

Escrevo um livro fechado
Com as páginas intactas
A minha alma é um cadáver
Que foi pedir sonhos aos mortos
Sem medos sem culpas
Quer se faça dia, ou noite de trevas
Presságios fúnebres de nocturnas preces
Leva adiante de pávidos rostos abaixo do mar
A sombra de uma só covardia de sossego
Desfeita em desassossego
Pedras geladas, fragas raras, mármore precioso
Oh morte leva contigo o perfume das flores
Dos cravos, das rosas, estás aqui comigo
Oh morte na sombra deste sol quente
Escrevo que a minha alma é um cadáver
Para pedir um sonho aos mortos
Afinal os vivos não me ouvem ou fingem não ouvir
Que ninguém rasgue os livros escritos nas folhas do sonho
Feita de poemas cheios de amor e dor.

Isabel Morais Ribeiro Fonseca

🐺





terça-feira, 6 de março de 2018

DELEITO-ME 💝💝



DELEITO-ME


Deleito-me no teu abraço
Da minha alma faminta
Na loucura da ternura
Do bater do coração 
Entre o silêncio que fala
No gemido desta noite 
Que dispersa em carícias
Ao encontro dos nossos corpos
Somos amantes neste mundo
Nos profundos pensamentos
Deleito-me na profundidade 
Das palavras feitas poesias
Com tanto amor me elevas
Afagas o meu corpo em prosa
Nos recantos cortejados sem pudor
Ama-me, molha a minha alma nua
Num mar de prazer, rasga-me a roupa
Enquanto deleito-me nos teus braços.

Isabel Morais Ribeiro Fonseca




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quinta-feira, 1 de março de 2018

AMOR 💓💖💚 🌹

AMOR

___Tatuo
Os meus caminhos
No teu corpo
Como por instinto
Há procura da tua nudez
Do teu cheiro
Do teu gosto
De tudo
Que me leve
Ao teu paraíso.

💓💖💚 🌹

Isabel Morais Ribeiro Fonseca
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segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

ENSINA-ME A ESQUECER-TE 💓💖

ENSINA-ME A ESQUECER-TE

Ensina-me a esquecer-te
Como me ensinaste a amar-te
Antes que a trovoada te leve
Para longe de mim meu amor
Ensina-me a viver sem ti
Já que eu não consigo
Que culpa tenho eu
Se em cada sorriso teu
Apaixono-me loucamente
Ensina-me a ter calma
Quando me sinto atormentada
E a minha alma sofre
Ensina-me a esquecer-te
Mas como posso eu esquecer-te
Quando foste tu meu amor
Que me ensinaste a viver de novo
A voltar a sentir, a voltar a ter-te
Ensina-me de novo a amar-te.
(¯`🌺´¯)
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💓💖💚 🌹

Isabel Morais Ribeiro Fonseca

(¯`🌺´¯)
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sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

SOU UMA ALMA


SOU UMA ALMA

Sou uma alma perdida
Nadando contra a maré
Ano após ano
Com os mesmos medos
Sou uma alma perdida
Sem sentimentos
Que vive saciando a sede
De ver e fazer sofrer
Entre os sedentos
Olhares do corpo
De tão perdida se encontra
Na sua própria de paixão
Alma esquecida que o tempo
Tratou de esconder-se
Sem dó ou piedade
Sou uma alma perdida
No meio da solidão
Sou uma sombra que caminha
Pelo vale da morte
Um ser que arranca com os dentes
As suas próprias entranhas
Que rasga os céus com lágrimas
Onde ninguém quer ouvir os meus gritos.

Isabel Morais Ribeiro Fonseca