sábado, 14 de outubro de 2017

AMOR 🎀 💖 ♫♫



AMOR DE FRUTOS VERMELHOS 🎀 💖 ♫♫ Amo-te agora Depois, logo, sempre Entre os frutos Vermelhos do bosque Não interessa o lugar Nem a hora Morangos, framboesas Mirtilos, com a certeza Da fome do meu ser Alma inquieta Vontade opressora Eu, tu, nada Ninguém mais existe Somos o fruto , do desejo Da entrega, amoras, cerejas Groselhas, melancia No abraço firme Que nos aconchega Boca de lábios mordidos De amplos beijos, na troca de fluidos Nas carícias ocultas Mãos inquietas Que revelam os desejos A força, a vontade , de querer Amar-te no desejo Tão nosso que nos seduz Amam-se sem segredo Sem medo pelo encanto Onde as almas , que brilham Ocultas no tempo Não é apenas sexo ou corpo É sim um amor verdadeiro Amo-te agora Entre os frutos vermelhos Do bosque. 💖 ♫♫💖 ♫♫💖 ♫♫



VERDADEIRO Eu quero um homem Que nunca duvide - Da minha coragem Eu quero um homem Que tenha a coragem - De tratar-me como uma mulher Eu quero um homem Que me cegue - E deslumbre-me com fulgor Eu quero um homem Que me corteje com - Um olhar puro e verdadeiro Eu quero um homem Que não tenha medo de amar - Ou de ficar com o peito ferido Eu tenho esse homem - Esse homem és tu amor.



💖 ♫♫ Tenho sede Dos teus beijos Fome para saciar Os meus desejos Onde descanso O meu cansaço No teu carinhoso abraço (...) Isabel Morais Ribeiro Fonseca 💖 ♫




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quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Julio Iglesias nen te tengo nem te olvido 💕💕 ✿╯AMOR ✿╯✿╯ 💕💕




Será que o objetivo da vida é viver
Ou será antes amar e sofrer.


💕💕🍃🌷🍃🌹🍸

Isabel Morais Ribeiro Fonseca


💕💕🍃🌷🍃🌹🍸



Mergulhe de cabeça
Na imaginação
Numa viagem pela leitura
De um bom livro.

💕💕🍃🌷🍃🌹🍸

Isabel Morais Ribeiro Fonseca

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Quando




Quando eu morrer
Veste o meu corpo
De poesia numa mortalha
Enfeitada de flores.
” 


                                                                                   

sábado, 23 de setembro de 2017

Ernesto Cortazar_ Adoro No Se Tu Contigo Aprendi ����Outono ��





AMOR ♥

Quando
As árvores
Se despirem
E
As folhas
Cairem
Sem pudor
Neste outono
Sentirei
A minha alma
Voar
Pela serra
E
A minha sombra
Será
Uma loba
Na nudez
Dos ramos
Despidos.



➹⁀* • ❥ ❤ இڿڰۣ¸♥¸➹⁀* •



Amor
Desata
Todos os nós
Do meu corpo
Para que eu possa
Amar-te
Com a liberdade
Que o meu corpo
Deseja.


➹⁀* • ❥ ❤ இڿڰۣ¸♥¸➹⁀* •



A minha alma
Repousa
Nos ramos
Despidos
Sem pudor
No teu corpo
Na árvore
Plantada
Deste
Nosso Outono.



💌
➹⁀* • ❥ ✌❤ இڿڰۣ¸♥¸➹⁀* •

💕🌿🌸🌿🌸🌿💕🌸🌿💕

Isabel Morais Ribeiro Fonseca

domingo, 20 de agosto de 2017

DÓI-ME


DÓI-ME


Dói-me o cansaço que trago em mim
Dói-me a obrigação de reviver a dor
Dói-me o suícidio nostálgico imposto
Dói-me cada passo que dou sem fé
Dói-me o pesar que me tolhe a voz
Dói-me não amar como desejo amar
Dói-me a ilícita dor que me consome
Dói-me este ópio agarrado à minha pele
Dói-me os sonhos levados pelo vento
Dói-me os castigos que a vida me tem dado
Dói-me este combate desigual todas as noites
Dói-me o luto contra o pior dos inimigos
Dói-me este meu remar contra a maré
Dói-me para me libertar deste eterno mal
Dói-me a insónia até de madrugada
Dói-me o sangue derramado no corpo vazio
Dói-me a secura da boca do vinho azedo
Dói-me ouvir as queixas a quem roubaram a vida
Dói-me as palavras gritadas em versos
Dói-me as lágrimas derradas em silêncio
Dói-me no fundo a secura das despedidas
Dói-me a palidez dos rostos em saudade
Dói-me ver os amantes da noite em desamores.

Isabel Morais Ribeiro Fonseca

🌺🌺 🌺🌺


sábado, 29 de julho de 2017

SUBMISSA


SUBMISSA


Numa cama de

Brancos lençóis

A mente vedada

Em silêncio punida

Dois corpos

Despidos de regras

Suplica obediência

De desejos

Submissa entrega

A sua alma

E vão ouvindo

Gemidos ofegantes

Num jogo de um

Fogo delicioso

Da mente ansiosa

Na pele arrepiada

De tanto prazer.

Isabel Morais Ribeiro Fonseca


quarta-feira, 19 de julho de 2017

SOFRO


SOFRO

A noite destas malditas insónias
Navego pela tua pele em desejo
Como um lobo ouvindo de cio
Acordo-te calam-se as palavras
Não servem de nada neste momento
Sem ti as noites são de insónia
Contigo são quentes como o troco
Que arde numa qualquer lareira
Ama-me, pertuba-me, seduz-me
Alicia-me com a tua boca para aquecer
A alma fria que te observa
Onde as palavras são sombras inúteis
Apenas quero escrever no teu corpo
O meu nome nesta noite de insónias.

Isabel Morais Ribeiro Fonseca