quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Meu amor..

Meu amor..
As tuas palavras lavaram-me a alma
Enxugaram-me as lágrimas e acalmaram a minha dor.

Isabel Morais Ribeiro Fonseca

terça-feira, 29 de outubro de 2013

"JANELA MEU AMOR"

 "JANELA MEU AMOR"

Vem ver-me à janela meu amor
Que charmosa e bela está, esta manhã
A chuva de outono quente e amena

É como o teu corpo suado e belo
Como é bom sentir o teu coração
Forte e seguro meu belo homem

Sempre charmoso que dás-me
O desejo de amar-te como
Esta chuva, que cai na janela suave
E bela que eu gosto tanto.

Isabel Morais Ribeiro Fonseca

domingo, 27 de outubro de 2013

"SUAVE SAUDADE" "

"SUAVE SAUDADE"

Quando eu morrer
Os meus amigos e familiares vão dizer
Que eu era boa pessoa que, tinha um bom coração
Alguns acredito que choraram, a minha perda
A minha ausência e vão querer fazer-me uma homenagem
Mas com o passar do tempo, sei que deixaram de lembrarem-se
Que eu parti, serei apenas uma lembrança, doce ou amarga
Triste ou feliz, apenas uma saudade do passado
Por isso se amas, trata-me com amor
Dê-me flores em vida, não quando eu morrer
Dê-me carinho agora, dá-me a tua mão
Chora comigo, sente a chuva, a brisa


O vento, o canto dos pássaros, a tempestade
As ondas do mar, areia nos pés, a agua doce
O orvalho da manhã, a lua, o sol, as estrelas,
As crianças, a terra molhada, o cheiro da erva
O perfume das flores, o aroma do café
Eu só quero ser feliz, viver, sorrir, amar
Hoje e agora, porque amanhã só Deus sabe.

Isabel Morais Ribeiro Fonseca

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

A noite cai

A noite cai
É noite de lua nova
Sozinha no meu quarto
Olho para o teu retrato
A saudade é como uma
Espada que dilacera o meu coração.

Isabel Morais Ribeiro Fonseca

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Senhor que eu fique de pé

Senhor que eu fique de pé, na minha hora
Esperando a cada instante a tua vinda
Como se viesses hoje bater à minha porta
Como estão sempre de pé os sentinelas, de dia e de noite.
Senhor que eu tenha força, para ficar de pé
Sempre de pé, como a tua mãe junto à cruz.
Que eu esteja sempre de pé
Quando lentamente os meus amigos
E os meus familiares, se afastarem de mim e me deixarem só.

Isabel Morais Ribeiro Fonseca

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Senhor ajuda-me

Senhor ajuda-me a transformar-me
Numa mulher de oração e de fé,
Ensina-me a rezar, perdoar e amar
Rezar é confiar na tu resposta
Que és tu meu Deus e Senhor
Ensine-me a rezar pelo meu marido, pelos meus filhos
E a fazer das minhas orações, um caminho.

Isabel Morais Ribeiro Fonseca

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

"TEMPESTADE E VENTO"

 "TEMPESTADE E VENTO"

És como uma tempestade
E eu sou o vento.
Não tenho medo da morte
A morte é leve e certa
Tenho medo da vida
Muitas vezes longa
Tantas vezes incerta
 O meu corpo é um deserto
Que fica com saudade
Quando tu não estás
 É como a chuva miudinha
Que cai entre as árvores
Fica com o desejo das tuas mãos
Nos ramos do meu coração
O morte que estás à espreita
Tenho o meu amor à espera
Por isso não esperes por mim.

Isabel Morais Ribeiro Fonseca

 

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

"SENHOR"

 "SENHOR"

Senhor sinto-me só e triste
Sinto que afastei-me de ti
As pedras no meu caminho
Tornaram-se em grandes fragas
E sozinha não consigo removê-las
Sinto a tua falta Senhor
Sem a tua presença não sinto paz
Tu falas comigo no silêncio…
Através da chuva e do canto dos pássaros
Através da brisa e do céu azul
Através do vento e da tempestade
Das flores e da água pura da fonte
Nas montanhas e nos peixes do mar
Na alegria e no sorriso dos meus filhos
No ar que eu respiro
Deixei muitas vezes
Que as circunstâncias da vida me afastassem de ti
Já não rezo mais, tenho medo
Tu falavas sempre comigo no silêncio
A tua paz renovava as minhas forças
O teu amor enchia-me de coragem
Abre os teus braços Senhor
E recebe-me como uma filha pródiga
Que perde-se no caminho, preenche-me de novo
Com o teu grandioso amor
Sinto-me só e vazia, sem a presença de Deus
Eu lanço-me na busca de ti
A minha missão é encontrar-te novamente
Meu Senhor,meus Deus olha por mim
Não me deixes que eu me perca outra vez.

Isabel Morais Ribeiro Fonseca

terça-feira, 15 de outubro de 2013

" GRITOS"

" GRITOS"

Esta dor que grita que queria alivio
Este coração que sangra.
Sem alento, sem consolo

Deste meu grito alto e sentido
Queria mandar esta dor embora.
De estar de volta ao meu silêncio
A paz que eu preciso
Grito que voa ao vento
E o vento sente e chora a minha dor


A alma silencia o grito
Preso numa agonia sentida.
Lembranças dos sorrisos
Dos olhos que já não olhamos
Do abraço e da pele que não tocamos
Do cheiro que não sentimos
E a dor que não passa.
Talvez haja uma luz, nesse túnel sem fim.

Isabel Morais Ribeiro Fonseca

"ROSAS MAR"

"ROSAS MAR"

Atiro as minhas rosas ao mar
Com uma devoção
Com a convicção.
De que o que lançamos com amor
Pode voltar sempre com esperança.

Isabel Morais Ribeiro Fonseca

"LUZ"

"LUZ"

Tu és a minha luz
Nas noites de solidão
És tu quem me seduz
A mente, o corpo
Tu és a minha alma
Que brilha no escuro
És tu quem me acalma o coração
És simplesmente tu.

Isabel Morais Ribeiro Fonseca

"NOITES"

 "NOITES"

Noite perdida
Esquecida.
Cai a solidão sobre a minha cama
Neste quarto vazio
Vazio de nada
O tempo sufoca-me
Tempo perdido
Nasce, morre
Renasce comigo
Não sei se ele cura
Não sei se nos ama
Parece um anjo
Mas é solidão
Cai a noite sobre a minha cama
Sombria, escura
Com asas sentidas
Deste poema adormecido desta noite
Que se transforma em dia.

Isabel Morais Ribeiro Fonseca


"PASSADO FUTURO"

 "PASSADO FUTURO"

Passado perdido, esquecido
Estou cansada do passado
Há espera do futuro
Naufraga do tempo presente
Não quero de viver de recordações
De esperar ouvir os teus passos na escada
Fico esmagada entre o meu silêncio e o teu
Sabendo que a vida passa lá fora
Longe e longo como o mar
Vazia como o escuro da noite
Vivo de saber-me tua
E de esperar que um dia sejas só meu.

Isabel Morais Ribeiro Fonseca

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

"ESSE TEU OLHAR"

Esse teu olhar
Que rasga-me a carne, o corpo
Que penetra no mais intimo.
Da minha mente
Inebria-me no fundo da minha alma.

Isabel Morais Ribeiro Fonseca